Agora, será que o final vai ser o mesmo?
segunda-feira, 26 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Aproveitar o tempo de agora
.... aquelas velhas fotos, com os amigos de infância me faz recordar a todo o momento como era maravilhoso ser uma criança feliz e não ter de se preocupar com o amanhã. É, agora tudo mudou, a criança cresceu e agora tem que pensar em cada ato, refletir cada atitude antes de tomar a decisão final. Como eu queria poder voltar no tempo e reviver todos aqueles momentos mágicos mais uma vez, não, não gostaria de mudar nada, nem mesmo os erros que cometi, porque deles pude tirar algum proveito, porque deles aprendi muitas coisas que talvez não soubesse se não os teria cometido. Eu só queria mais um momento perto daqueles que já se foram, mais abraço daquele meu velho amigo que não está mais aqui, mais um carinho daquela que partiu, só mais alguns momentos, alguns instantes...
Como o tempo passou, como o tempo passa, eu vou é aproveitar o tempo de agora, porque quem vive somente de lembranças é museu.
Como o tempo passou, como o tempo passa, eu vou é aproveitar o tempo de agora, porque quem vive somente de lembranças é museu.
domingo, 18 de abril de 2010
é assim que tem que ser, é assim que vai ser, assim que é.
É assim que tem que ser, é assim que vai ser, assim que é.
Porque que é que as vezes não temos a inspiração que nos faz produzir gigantes e bem delimitados textos? Ah, acho que vou fazer um daqueles textos populares, tradicionais de blogs.
Pois então, hoje quando estou cursando o meu segundo ano de ensino médio percebo que deixei muitas oportunidades pequenas escaparem e não quero perder mais nenhuma delas. Percebo e tento entender o porque das coisas, o porque eu não dei valor pra aquela aula de inglês chata do meu cursinho, porque eu não prestei atenção na aula da professora de espanhol da escola, porque eu não me dediquei o bastante para seguir em frente com a ginástica olímpica, ou então, com o coral, ou com a invernada, o violão, o jazz, as aulas de basquete, os jogos de vôlei, os campeonatos de handball, aquelas aulas de religião que a professora mandava-nos fazer um texto para tentar entender e salvar o mundo de algumas calamidades, porque eu não quis entender aquele assunto de física, porque eu não fazia nenhum projeto social que ajudasse a conscientizar a população, é eu não consigo encontrar respostas.
Hoje, cada oportunidade que eu tenho não a deixo passar, a agarro com unhas e dentes, porque sou uma nova pessoa. Meus ideais já estão mentalizados e prontos para dar início a sua realização, é assim que tem que ser, é assim que vai ser, assim que é.
Porque que é que as vezes não temos a inspiração que nos faz produzir gigantes e bem delimitados textos? Ah, acho que vou fazer um daqueles textos populares, tradicionais de blogs.
Pois então, hoje quando estou cursando o meu segundo ano de ensino médio percebo que deixei muitas oportunidades pequenas escaparem e não quero perder mais nenhuma delas. Percebo e tento entender o porque das coisas, o porque eu não dei valor pra aquela aula de inglês chata do meu cursinho, porque eu não prestei atenção na aula da professora de espanhol da escola, porque eu não me dediquei o bastante para seguir em frente com a ginástica olímpica, ou então, com o coral, ou com a invernada, o violão, o jazz, as aulas de basquete, os jogos de vôlei, os campeonatos de handball, aquelas aulas de religião que a professora mandava-nos fazer um texto para tentar entender e salvar o mundo de algumas calamidades, porque eu não quis entender aquele assunto de física, porque eu não fazia nenhum projeto social que ajudasse a conscientizar a população, é eu não consigo encontrar respostas.
Hoje, cada oportunidade que eu tenho não a deixo passar, a agarro com unhas e dentes, porque sou uma nova pessoa. Meus ideais já estão mentalizados e prontos para dar início a sua realização, é assim que tem que ser, é assim que vai ser, assim que é.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A minha, a sua, a de cada um
É, não tem jeito,
mãe é mãe e ninguém pode tomar o seu lugar.
As vezes não damos o devido valor a elas, mas meu caro amigo, tenha certeza, você só dará valor quando estiver longe dela, quando não puder correr e em instantes estar ao seu lado pedindo um abraço acolhedor, um abraço que acolhe a sua dor, um abraço que te passa boas vibrações e que te motiva. Quando você sente aquela angústia de que está arrependido do que fez, que quer voltar atrás, mas não tem ninguém ali que te dê aqueles conselhos, aqueles conselhos que só mãe sabe dar. Quando você precisa desabafar e ninguém quer escutar os seus problemas de adolescente. Quando você quer apenas um ombro amigo em que você possa confiar e chorar sem precisar dar qualquer tipo de satisfação.
Por mais que todos que estão ao seu redor estejam dispostos a te dar colo, você não tem o colo de que realmente necessita, ah, e isso dói, não é uma dor normal, é uma dor especial, talvez tenha até um nome, talvez se chame saudades.
É nos pequenos fatos, acontecimentos, que sabemos com quem realmente podemos contar,
aquele amigo que se diz verdadeiro, na verdade agora está ocupado rindo e conversando com aqueles outros indivíduos que antes também se entitulavam ser seu amigo e depois disso me vem a cabeça uma reflexão, será que eu também me entitulo amiga, e sou apenas mais uma que consta nessa imensa lista que não termina nunca?
É difícil dizer, mas acho que de tantas pessoas posso apenas salvar uma, a minha mãe. A minha amiga, a minha confidente que está ali sempre para o que eu precisar, são laços muito mais fortes do que apenas ter o mesmo tipo de sangue, é muito mais do que qualquer outra coisa, é amor.
Mãe, obrigada por tudo. Eu realmente te amo.
mãe é mãe e ninguém pode tomar o seu lugar.
As vezes não damos o devido valor a elas, mas meu caro amigo, tenha certeza, você só dará valor quando estiver longe dela, quando não puder correr e em instantes estar ao seu lado pedindo um abraço acolhedor, um abraço que acolhe a sua dor, um abraço que te passa boas vibrações e que te motiva. Quando você sente aquela angústia de que está arrependido do que fez, que quer voltar atrás, mas não tem ninguém ali que te dê aqueles conselhos, aqueles conselhos que só mãe sabe dar. Quando você precisa desabafar e ninguém quer escutar os seus problemas de adolescente. Quando você quer apenas um ombro amigo em que você possa confiar e chorar sem precisar dar qualquer tipo de satisfação.
Por mais que todos que estão ao seu redor estejam dispostos a te dar colo, você não tem o colo de que realmente necessita, ah, e isso dói, não é uma dor normal, é uma dor especial, talvez tenha até um nome, talvez se chame saudades.
É nos pequenos fatos, acontecimentos, que sabemos com quem realmente podemos contar,
aquele amigo que se diz verdadeiro, na verdade agora está ocupado rindo e conversando com aqueles outros indivíduos que antes também se entitulavam ser seu amigo e depois disso me vem a cabeça uma reflexão, será que eu também me entitulo amiga, e sou apenas mais uma que consta nessa imensa lista que não termina nunca?
É difícil dizer, mas acho que de tantas pessoas posso apenas salvar uma, a minha mãe. A minha amiga, a minha confidente que está ali sempre para o que eu precisar, são laços muito mais fortes do que apenas ter o mesmo tipo de sangue, é muito mais do que qualquer outra coisa, é amor.
Mãe, obrigada por tudo. Eu realmente te amo.
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