É, não tem jeito,
mãe é mãe e ninguém pode tomar o seu lugar.
As vezes não damos o devido valor a elas, mas meu caro amigo, tenha certeza, você só dará valor quando estiver longe dela, quando não puder correr e em instantes estar ao seu lado pedindo um abraço acolhedor, um abraço que acolhe a sua dor, um abraço que te passa boas vibrações e que te motiva. Quando você sente aquela angústia de que está arrependido do que fez, que quer voltar atrás, mas não tem ninguém ali que te dê aqueles conselhos, aqueles conselhos que só mãe sabe dar. Quando você precisa desabafar e ninguém quer escutar os seus problemas de adolescente. Quando você quer apenas um ombro amigo em que você possa confiar e chorar sem precisar dar qualquer tipo de satisfação.
Por mais que todos que estão ao seu redor estejam dispostos a te dar colo, você não tem o colo de que realmente necessita, ah, e isso dói, não é uma dor normal, é uma dor especial, talvez tenha até um nome, talvez se chame saudades.
É nos pequenos fatos, acontecimentos, que sabemos com quem realmente podemos contar,
aquele amigo que se diz verdadeiro, na verdade agora está ocupado rindo e conversando com aqueles outros indivíduos que antes também se entitulavam ser seu amigo e depois disso me vem a cabeça uma reflexão, será que eu também me entitulo amiga, e sou apenas mais uma que consta nessa imensa lista que não termina nunca?
É difícil dizer, mas acho que de tantas pessoas posso apenas salvar uma, a minha mãe. A minha amiga, a minha confidente que está ali sempre para o que eu precisar, são laços muito mais fortes do que apenas ter o mesmo tipo de sangue, é muito mais do que qualquer outra coisa, é amor.
Mãe, obrigada por tudo. Eu realmente te amo.
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